
Perdi uma batalha , perdi de forma inglória , perdi sem saber como , sem saber donde veio o inimigo, talvez a historia venha a contar a verdade dos factos.
Fui decepado sem saber as razões , apenas porque estava no campo de batalha e eu que pensava que a arma do amor era mais forte que todas as outras , enganei-me !
Resta-me apanhar os despojos de guerra inventar desculpas para mim próprio para saber porque fui derrotado, pois as cronicas de guerra nada dizem nada explicam, estão guardadas como segredos de estado em mensagens encriptadas.
Estou desiludido, magoado, chocado , do meu exercito restam 30% de soldados feridos que com o tempo vão certamente morrer de forma agoniante.
A guerra é estúpida e ainda mais se a perdemos sem saber o que nos distingue do inimigo, recolho ao meu quartel uma casa com alpendre em chamas queimada com o fogo do meu próprio amor que é tanto que não consegue ser entendido.
O guerreiro esta em agonia com feridas abertas , perdi uma batalha não perdi a guerra. Estou apanhar todos os pregos e todas as tábuas que foram colocadas no meu caminho para poder construir um quartel em foram de casa com alpendre onde um dia vou poder afagar os cabelos daquela que é a maior princesa que alguma vez habitou o meu reino.

1 comentário:
Colocar-se na confortável posição defensiva de quem está numa guerra, não te faz sujeito dessa situação; apontar-me como o inimigo recorrente, tampouco, ou só nos identifica como 'um x outro'; tenho que discordar e sugiro que reveja as várias vezes que denominou de batalha e de guerra. Talvez assim, consiga ver as 'crônicas' de um outro ponto de vista e verá, então, finalmente, o que dessa forma, como tem posto, não tem conseguido.
Penso que foi esse (mais) um dos muitos marcos que sinalizaram outros caminhos que se abriram na sua e na minha vida e nos acenaram com outras possibilidades.
Lamento que você coloque sempre dessa forma.
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